Os computadores do futuro
Você já parou pra pensar em como poderão ser os computadores, não daqui a 2 ou 3 anos, mas daqui a 50, ou talvez 100 anos? E o principal, o que eles poderão fazer?
Em primeiro lugar, precisamos definir nossas opiniões sobre até que ponto os computadores podem avançar. Por inatingível e distante que possa parecer, existe um limite para tudo. No início do século, os “computadores” que não passavam de simples máquinas de calcular ou de ler cartões perfurados, eram construídos usando-se engrenagens e relês. A “energia” que fazia tudo funcionar era a própria força do operador, que precisava girar uma manivela a cada operação.
No final da década de 50, as coisas já haviam melhorado um pouco, os computadores já passaram a ser construídos usando-se transístores, que não eram lá tão menores que as válvulas usadas durante a década de 40, mas que já eram bem mais eficientes e confiáveis.
Uma década depois, os transístores já eram bem menores e surgiu o circuito integrado, vários transístores construídos sobre uma única lâmina de silício. Logo depois surgiram os primeiros microprocessadores. A solução para construir computadores mais rápidos e mais baratos passou a ser simplesmente produzir transístores cada vez menores. Houveram várias barreiras “intransponíveis” propostas pelos especialistas de plantão, dos 10 mícrons, dos 3 mícrons, do 1 mícron, e assim por diante. Mas os fabricantes conseguiram quebrar todas.
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