Intel
Tinma - O Tinma, era para ser uma versão de baixo custo do Celeron, que já viria com o chipset integrado no próprio processador, permitindo que fossem desenvolvidas placas mães mais baratas para ele. O problema foi que o Tinma utilizaria uma versão do velho chipset i820, e por isso precisaria de um novo chip MTH, para permitir o uso de memórias SDRAM normais, ou invés das caríssimas memórias Rambus, que seriam impensáveis num processador de baixo custo. A dificuldade em criar um chip MTH estável, combinada com os atrasos no desenvolvimento do projeto levou a Intel a abandoná-lo.
Willamette - Este é o nome código do Pentium 4 atual, produzido numa arquitetura de 0.18 mícron. Esta primeira geração inclui os Pentium 4 de 1.3, 1.4 1.5 e o futuro Pentium 4 de 1.7 GHz.
Northwood - Esta será a segunda geração do Pentium 4, produzida numa arquitetura de 0.13 mícron. Incluirá as versões do Pentium 4 de 1.8 GHz em diante e possibilitará o lançamento de um Pentium 4 destinado a notebooks.
Foster - Será uma versão do Pentium 4 com mais cache, destinada a servidores. Substituirá o atual Pentium III Xeon.
Merced - Segundo os planos originais da Intel, este processador seria lançado no final de 97, mas acabou sendo lançado apenas este ano, sim, estamos falando do Itanium, a primeira geração de processadores de 64 bits da Intel.
McKinley - Será a segunda geração de processadores de 64 bits da Intel, o sucessor do Itanium, que será produzido numa técnica de 0.13 mícron e em frequências apartir de 1 GHz.
Madison - Será o sucessor do McKinley, também um processador de 64 bits.
Tanner - A primeira geração do Pentium II Xeon, que foi produzido usando arquitetura de 0.25 mícron e operava a apenas 450 ou 500 MHz. Mais tarde foi lançada uma terceira versão, operando a 550 MHz.
Cascades - A geração atual do Xeon, produzido usando a mesma arquitetura de 0.18 mícron do Pentium III Coppermine. A diferença é que o Xeon possui bem mais cache e é muito mais caro. Leia mais em.
Banias - Apesar do nome "exótico", o Banias vem sendo levado bastante a sério pelos projetistas da Intel. Todos os chips Intel atuais, Pentium III, Pentium 4 e Celeron são chips destinados a apresentar um bom desempenho, sem muita preocupação com o consumo elétrico. Esta é uma boa estratégia quando se está desenvolvendo processadores para micros de mesa, onde um bom cooler resolve, mas é uma grande desvantagem em se tratando de notebooks, que são alimentados por baterias e devem ser o mais compactos possível.
A idéia do Banias é um chip que concorra diretamente com o Crusoé, impedindo que ele abocanhe uma parte muito grande de um mercado que hoje é dominado pela Intel.
Inicialmente acreditava-se que o Banias seria um projeto novo, desenvolvido com o objetivo de apresentar uma melhor relação consumo/desempenho, mas recentemente a Intel divulgou que desistiu da idéia e resolveu construí-lo com base na arquitetura do Pentium III. O projeto ainda está em estágios iniciais, por isso o chip será lançado apenas no início de 2003.
É complicado pensar com um ano e meio de antecedência, mas imaginando o mercado a que o chip se destina, é compreensível que a Intel aproveite a arquitetura do Pentium III. Veja que o Banias é um chip destinado a notebooks ultra compactos, onde é mais importante um processador econômico e que dissipe pouco calor do que um monstro de 5 GHz. Fora o Crusoé e o Cyrix C3, qual é o processador mais econômico atualmente? Se respondeu que é o mobile Pentium III (ou mobile Celeron, já que a arquitetura é a mesma) você acertou.
Outro problema é que a arquitetura do Pentium III não oferece uma elasticidade tão grande em termos de frequência de operação quanto o Pentium 4 ou o Athlon, mas novamente, voltamos ao ponto do baixo consumo elétrico, que é a prioridade neste caso, aliado a um custo de desenvolvimento igualmente baixo, já que estão reciclando e não criando nada novo.
Este chip coexistirá com a versão mobile do Pentium 4, que será lançada futuramente.
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