Manual de Hardware Completo

 

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Monster Sound

Assim como a Diamond foi uma das primeiras a entrar no mercado de placas de vídeo 3D com sua Monster 3D, acabou sendo também uma das pioneiras no ramo de placas 3D, por sinal, usando o mesmo nome fantasia que utilizou em suas primeiras placas de vídeo.

Existem nada menos do que 5 versões da Monster Sound: em ordem cronológica temos a Monster original, a Monster MX200, MX80, MX300 e MX 400

As três primeiras placas possuem os mesmos recursos básicos e são baseadas num chipset produzido pela própria Diamond, baseado na arquitetura do chipset Aureal Vortex, licenciada pela Aureal.

Já a Monster MX300 faz parte da segunda geração de placas 3D, sendo baseada no Aureal Vortex 2, que suporta o recurso de Wavetracing e o A3D 2.0.

Para o azar da Diamond, a Aureal resolveu produzir suas próprias placas de som, baseadas em seus chipsets, e deixou de vendê-los a terceiros, como a Diamond. Como não podia mais contar com os chips da Aureal, acabou optando por utilizar um chip alternativo na sua Monster Sound MX 400 o ESS Canyon 3DTM. Este chip possui recursos bem diferentes dos suportados pelo Vortex 2 e existe uma grande polémica em torno dele ser superior ou inferior ao Vortex 2. Vamos às placas:

MX200

Pouco tempo depois de lançar a Monster Sound original, a Dimond lançou uma segunda versão, baseada no mesmo chipset, mas com algumas pequenas melhorias, abandonando em seguida a produção da Monster original.

A MX200 é compatível com o A3D 1.0 e com o Direct Sound 3D. Veja que por tratar-se de uma placa mais antiga, não temos suporte ao A3D 2.0 nem aos recursos 3D mais avançados.

Outros recursos são o suporte ao uso de conjunto de 4 caixas acústicas, sintetizador com capacidade para tocar até 64 instrumentos MIDI simultaneamente, via hardware (ao contrário da AWE 64, onde tínhamos 32 via hard e 32 via soft) e capacidade para reproduzir até 23 sons WAV simultaneamente.

Como toda placa PCI, temos alguns problemas de compatibilidade com jogos DOS antigos, mas junto com os drivers da placa é possível instalar um emulador, que faz com que a placa seja reconhecida como uma Sound Blaster Pro pelos aplicativos MS-DOS. Isso funciona com a maioria dos jogos, mas não em todos. Se você realmente gosta de jogos antigos, a MX200 traz um recurso curioso para assegurar compatibilidade com todos os jogos antigos, simplesmente manter instalada simultaneamente uma placa de som ISA, e ligar ambas usando um cabo que acompanha a placa, chamado Monster cable (na foto ao lado). Dentro do Windows será usada a MX200 normalmente, mas na hora de rodar algum jogo antigo ela passará a bola para a placa de som ISA. Apesar de suspeito este recurso realmente funciona, mas sinceramente, precisa ser muito viciado em Nascar Racing 1 e outros jogos antigos para manter uma segunda placa de som instalada apenas para manter total compatibilidade com eles :-)

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A MX300 foi lançada nos EUA por apenas 99 dólares, o mesmo preço da MX80 que parou de ser produzida. A MX25 por sua vez custa 39 dólares, também nos EUA. Aqui no Brasil os preços variam muito, dependendo do lugar e da versão.

Estes preços que citei são das placas em sua versão retail, com caixa, manual, garantia, programas, jogos, etc. O mais comum de encontrar no “mercado cinza” aqui no Brasil são placas em sua versão OEM, onde temos apenas a placa, um manual simplificado e o CD com os drivers dentro de um saco antiestático. Em versão OEM as placas chegam a custar metade do que custam em versão retail, por isso é possível encontrar placas OEM por preços até inferiores a estes que citei, mesmo aqui no Brasil (no mercado negro ou cinza naturalmente).

MX400

Como disse anteriormente, a Aureal abandonou a venda de chipsets de áudio para concentrar-se na fabricação e venda de suas próprias placas, como fez a 3dfx. Isso deixou a Diamond “na mão” tendo que sair em busca de outro chipset de áudio para equipar sua próxima geração de placas de som. O escolhido acabou sendo o chipset Canyon3D da ESS. Este chipset possui uma arquitetura muito diferente do Vortex 2 usado na MX300, a começar pelas próprias APIs suportadas. Ambos os chipset suportam o Direct Sound 3D e o A3D 1.0, mas as semelhanças param por aí: enquanto o Vortex 2 suporta o A3D 2.0, juntamente com seus recursos de Wavetracing, o Canyon 3D não suporta o A3D 2.0, suportando em compensação o AX 1.0 e o EAX 2.0, as mesmas APIs suportadas pelo EMU10K1, chipset que equipa a Sound Blaster Live.

Outros recursos como o número de instrumentos MIDI, número de Wavs simultâneos, suporte a 4 caixas etc. são semelhantes às da MX300. O Canyon traz algumas vantagens sobre o Vortex 2 em termos de recursos, mas em compensação consome um pouco mais de CPU durante a reprodução dos sons.

A MX400 também inclui uma saída de som digital, e suporte a conjuntos de 6 caixas os mesmos recursos que eram acrescentados à MX300 através da MX25.

Para não perder o filão de placas de expansão, a Diamond lançou também o “Rio Upgrade” uma placa parecida com a MX25, também ligada à placa principal através de um cabo. Esta plaquinha faz a codificação de MP3 via hardware, isto significa transformar Wavs em MP3s, ou ripar CDs direto para MP3 em até 1/5 do tempo, e com muito menos utilização do processador. A placa também inclui sintonia de rádios FM e um dos utilitários que a acompanham permite gravar direto do rádio para MP3.

Levando em conta o preço, apenas 80 dólares nos EUA, a MX400 realmente apresenta um excelente custo beneficio



 



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